INVOCAÇÕES: Alma de Cristo santificai-me. Coração de Cristo
vivificai-me. Corpo de Cristo salvai-me. Sangue de Cristo inebriai-me. Água do
lado de Cristo lavai-me. Paixão de Cristo confortai-me. Ó bom Jesus ouvi-me.
Nas Vossas chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo
maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para
vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos.
Amem.
Hoje é sexta-feira, 10 de abril de 2020
Tema do Dia
Disse Jesus aos seus discípulos e a nós: Quem é que
vocês estão procurando? Eles responderam: Jesus de Nazaré. Jesus disse: «Sou
eu.»
Ó Deus,
que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltado
para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor
Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!
SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR DA PÁSCOA
(vermelho – ofício do dia)
Primeira Leitura
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura do Livro do Profeta Isaías: 13 Vejam! O meu servo vai ter sucesso, subirá e crescerá muito. 14 Assim
como muitos ficam espantados por causa dele - pois já não parecia mais gente,
tinha perdido toda a sua aparência humana - 15 assim também as nações numerosas
levarão um susto. Diante dele os reis vão fechar a boca, pois verão uma coisa
que nunca ouviram contar e compreenderão o que jamais ouviram. 1 Quem acreditou
em nossa mensagem? Para quem foi mostrado o braço do Senhor? 2 Ele cresceu como broto na
presença do Senhor, como raiz em terra
seca. Ele não tinha aparência nem beleza para atrair o nosso olhar, nem
simpatia para que pudéssemos apreciá-lo. 3 Desprezado e rejeitado pelos homens,
homem do sofrimento e experimentado na dor; como indivíduo de quem a gente
esconde o rosto, ele era desprezado e nem tomamos conhecimento dele. 4 Todavia,
eram as nossas doenças que ele carregava, eram as nossas dores que ele levava
em suas costas. E nós achávamos que ele era um homem castigado, um homem ferido
por Deus e humilhado. 5 Mas ele estava sendo transpassado por causa de nossas
revoltas, esmagado por nossos crimes. Caiu sobre ele o castigo que nos deixaria
quites; e por suas feridas é que veio a cura para nós. 6 Todos nós estávamos
perdidos como ovelhas, cada qual se desviava pelo seu próprio caminho, e o
Senhor fez cair sobre ele os crimes de todos
nós. 7 Foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; tal como cordeiro, ele
foi levado para o matadouro; como ovelha muda diante do tosquiador, ele não
abriu a boca. 8 Foi preso, julgado injustamente; e quem se preocupou com a vida
dele? Pois foi cortado da terra dos vivos e ferido de morte por causa da
revolta do meu povo. 9 A sepultura dele foi colocada junto com a dos ímpios, e
seu túmulo junto com o dos ricos, embora nunca tivesse cometido injustiça e
nunca a mentira estivesse em sua boca. 10 No entanto, o Senhor queria esmagá-lo com o sofrimento: se ele entrega a
sua vida em reparação pelos pecados, então conhecerá os seus descendentes,
prolongará a sua existência e, por meio dele, o projeto do Senhor triunfará. 11 Pelas amarguras suportadas, ele verá a
luz e ficará saciado. Pelo seu conhecimento, o meu servo justo devolverá a
muitos a verdadeira justiça, pois carregou o crime deles. 12 Por isso eu lhe
darei multidões como propriedade, e com os poderosos repartirá o despojo:
porque entregou seu pescoço à morte e foi contado entre os pecadores, ele
carregou os pecados de muitos e intercedeu pelos pecadores. –
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.
Isaías 52, 13 – 53, 12
Meu encontro com Deus Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo
dia de hoje.
Salmo
Responsório: 30(31), 2 e 6. 12 –
13. 15 – 16. 17 e 25 (R. Lc 23,46)
REFLEXÃO: Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
1. Senhor, eu ponho em vós minha esperança; que
eu não fique envergonhado eternamente! Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu
espírito, porque vós me salvareis, ó Deus fiel! – R.
2. Tornei-me
o opróbrio do inimigo, o desprezo e zombaria dos vizinhos, e objeto de pavor
para os amigos; fogem de mim os que me vêem pela rua. Os corações me esqueceram
como um morto, e tornei-me como um vaso espedaçado. – R.
3. A
vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio, e afirmo que só vós sois o meu Deus! Eu
entrego em vossas mãos o meu destino; libertai-me do inimigo e do opressor! –
R.
4. Mostrai
serena a vossa face ao vosso servo, e salvai-me pela vossa compaixão! Fortalecei
os corações, tende coragem, todos vós que ao Senhor vos confiais! – R.
Penso na
existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo
silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste
momento diário de oração.
Hoje eu vou experimentar e viver a ciência em minha vida!
Ó
Espírito Santo, concedei-me o dom da Ciência, para que conheça cada vez mais minha
própria miséria e fraqueza, a beleza da virtude, o valor inestimável da alma e
ver claramente a sua luz, que me indicará o caminho a seguir.
Segunda Leitura
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura da Carta aos Hebreus – Irmãos: 14 Nós temos um sumo sacerdote
eminente, que atravessou os céus: Jesus, o Filho de Deus. Por isso, mantenhamos
firme a fé que professamos. 15 De fato, não temos um sumo sacerdote incapaz de
se compadecer de nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado como nós, em
todas as coisas, menos no pecado. 16 Portanto, aproximemo-nos do trono da graça
com plena confiança, a fim de alcançarmos misericórdia, encontrarmos graça e
sermos ajudados no momento oportuno. 7 Durante a sua vida na terra, Cristo fez
orações e súplicas a Deus, em alta voz e com lágrimas, ao Deus que o podia salvar
da morte. E Deus o escutou, porque ele foi submisso. 8 Embora sendo Filho de
Deus, aprendeu a ser obediente através de seus sofrimentos. 9 E, depois de
perfeito, tornou-se a fonte da salvação eterna para todos aqueles que lhe
obedecem. 10 De fato, ele foi proclamado por Deus sumo sacerdote, segundo a
ordem do sacerdócio de Melquisedec. – Palavra do Senhor. Graças a Deus.
Hebreus 4, 14 – 16; 5, 7 – 9
Pela
verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e
herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.
O evangelho do Dia Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer
através do evangelho
Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João. Naquele tempo:
1 Tendo dito isso, Jesus saiu
com seus discípulos, e foi para o outro lado do riacho do Cedron, onde havia um
jardim. Ele entrou no jardim com os discípulos. 2 Jesus já tinha se reunido aí
muitas vezes com seus discípulos. Por isso, Judas, que estava traindo Jesus,
também conhecia o lugar. 3 Judas arrumou uma tropa e alguns guardas dos chefes
dos sacerdotes e fariseus e chegou ao jardim com lanternas, tochas e armas. 4
Então Jesus, sabendo tudo o que lhe ia acontecer, saiu e perguntou a eles:
«Quem é que vocês estão procurando?» 5 Eles responderam: «Jesus de Nazaré.»
Jesus disse: «Sou eu.» Judas, que estava traindo Jesus, também estava com eles.
6 Quando Jesus disse: «Sou eu», eles recuaram e caíram no chão. 7 Então Jesus
perguntou de novo: «Quem é que vocês estão procurando?» Eles responderam:
«Jesus de Nazaré.» 8 Jesus falou: «Já lhes disse que sou eu. Se vocês estão me
procurando, deixem os outros ir embora. 9 Era para se cumprir a Escritura que
diz: «Não perdi nenhum daqueles que me deste.» 10 Simão Pedro tinha uma espada.
Desembainhou a espada e feriu o empregado do sumo sacerdote, decepando-lhe a
orelha direita. O nome do empregado era Malco. 11 Mas Jesus disse a Pedro:
«Guarde a espada na bainha. Por acaso não vou beber o cálice que o Pai me deu?»
12 Então a tropa, o comandante e os guardas das autoridades dos judeus
prenderam e amarraram Jesus. 13 A primeira coisa que fizeram foi levar Jesus
até Anás, que era sogro de Caifás, sumo sacerdote naquele ano. 14 Caifás é
aquele que tinha dado um conselho aos judeus: «É preciso que um homem morra
pelo povo.» 15 Simão Pedro e o outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo
era conhecido do sumo sacerdote, e entrou com Jesus no pátio do chefe do
sacerdote. 16 Mas Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo,
que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, conversou com a porteira e levou
Pedro para dentro. 17 A empregada, que tomava conta da porta, perguntou a
Pedro: «Você não é tembém um dos discípulos desse homem?» Pedro disse: «Eu
não.» 18 Os empregados e os guardas estavam fazendo uma fogueira para se
esquentar, porque fazia frio. Pedro ficou se esquentando junto com eles. Testemunho
de Jesus diante do poder religioso - 19 Então o sumo sacerdote interrogou Jesus
a respeito dos seus discípulos e do seu ensinamento. 20 E Jesus respondeu: «Eu
falei às claras para o mundo. Eu sempre ensinei nas sinagogas e no Templo, onde
todos os judeus se reúnem. Não falei nada escondido. 21 Por que você me
interroga? Pergunte aos que ouviram o que eu lhes falei. Eles sabem o que eu
disse.» 22 Quando Jesus falou isso, um dos guardas que estavam aí deu uma
bofetada em Jesus e disse: «É assim que respondes ao sumo sacerdote?» 23 Jesus
respondeu: «Se falei mal, mostre o que há de mal. Mas se falei bem, por que
você bate em mim?» 24 Então Anás mandou Jesus amarrado para o sumo sacerdote
Caifás. Pedro confirma sua negação - 25 Simão Pedro ainda estava lá fora se
esquentando. Perguntaram a ele: «Você também não é um dos discípulos dele?»
Pedro negou: «Eu não.» 26 Então um dos empregados do sumo sacerdote, parente
daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha, disse: «Por acaso eu não vi você
no jardim com ele?» 27 Pedro negou de novo. E, na mesma hora, o galo cantou. 28
De Caifás levaram Jesus para o palácio do governador. Era de manhã. Mas eles
não entraram no palácio, pois não queriam ficar impuros, para poderem comer a
ceia pascal. 29 Então Pilatos saiu para fora e conversou com eles: «Que
acusação vocês apresentam contra esse homem?» 30 Eles responderam: «Se ele não
fosse malfeitor, não o teríamos trazido até aqui.» 31 Pilatos disse:
«Encarreguem-se vocês mesmos de julgá-lo, conforme a lei de vocês.» Os judeus
responderam: «Não temos permissão de condenar ninguém à morte.» 32 Era para se
cumprir o que Jesus tinha dito, significando o tipo de morte com que ele
deveria morrer. 33 Então Pilatos entrou de novo no palácio. Chamou Jesus e
perguntou: «Tu és o rei dos judeus?» 34 Jesus respondeu: «Você diz isso por si
mesmo, ou foram outros que lhe disseram isso a meu respeito?» 35 Pilatos falou:
«Por acaso eu sou judeu? O teu povo e os chefes dos sacerdotes te entregaram a
mim. O que fizeste?» 36 Jesus respondeu: «O meu reino não é deste mundo. Se o
meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse
entregue às autoridades dos judeus. Mas agora o meu reino não é daqui. 37
Pilatos disse a Jesus: «Então tu és rei?» Jesus respondeu: «Você está dizendo
que eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para dar testemunho da verdade. Todo
aquele que está com a verdade, ouve a minha voz. 38 Pilatos disse: «O que é a
verdade?» Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro das autoridades dos judeus, e
disse-lhes: «Eu não encontro nele nenhum motivo de condenação. 39 Contudo,
existe um costume entre vocês: que eu lhes solte alguém na Páscoa. Vocês querem
que eu lhes solte o rei dos judeus?» 40 Então eles começaram a gritar de novo:
Ele não. Solte Barrabás. Barrabás era um bandido. 1 Então Pilatos pegou Jesus e o mandou flagelar. 2 Os soldados
trançaram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus. Vestiram
Jesus com um manto vermelho. 3 Aproximaram-se dele e diziam: «Salve, rei dos
judeus!» E lhe davam bofetadas. 4 Pilatos saiu de novo e disse: «Vejam. Eu vou
mandar trazer aqui fora o homem, para que vocês saibam que não encontro nenhuma
culpa nele. 5 Então Jesus foi para fora. Levava a coroa de espinhos e o manto
vermelho. Pilatos disse-lhes: «Eis o homem!» 6 Vendo Jesus, os chefes dos
sacerdotes e os guardas começaram a gritar: «Crucifique. Crucifique.» Pilatos
disse-lhes: «Encarreguem-se vocês mesmos de crucificá-lo, pois eu não encontro
nenhum crime nele.» 7 Os judeus responderam: «Nós temos uma lei, e segundo a
lei ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus.» 8 Quando ouviu essas
palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9 Pilatos entrou outra vez no
palácio e perguntou a Jesus: «De onde és tu?» Jesus ficou calado. 10 Então
Pilatos perguntou: «Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te
soltar e autoridade para te crucificar?» 11 Jesus respondeu: «Você não teria
nenhuma autoridade sobre mim, se ela não lhe fosse dada por Deus. Por isso,
aquele que me entregou a você, tem pecado maior. 12 Por causa disso, Pilatos se
esforçava para soltar Jesus. Mas os judeus gritavam: «Se você soltar esse
homem, você não é amigo de César. Todo aquele que pretende ser rei, se coloca
contra César. 13 Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora. Fez que
Jesus se sentasse numa cadeira de juiz, no lugar chamado «Pavimento», que em
hebraico se diz «Gábata.» 14 Era véspera da Páscoa, por volta do meio-dia.
Pilatos disse aos judeus: «Aqui está o rei de vocês.» 15 Eles começaram a gritar:
«Fora! Fora! Crucifique. Pilatos perguntou: «Mas eu vou crucificar o rei de
vocês?» Os chefes dos sacerdotes responderam: «Não temos outro rei além de
César.» 16 Então, finalmente, Pilatos entregou Jesus a eles para que fosse
crucificado. 17 Jesus carregou a cruz nas costas e saiu para um lugar chamado
«Lugar da Caveira», que em hebraico se diz «Gólgota.» 18 E aí crucificaram
Jesus com outros dois homens, um de cada lado, e Jesus no meio. 19 Pilatos
mandou também escrever um letreiro e colocou-o na cruz. Estava escrito: JESUS
NAZARENO, O REI DOS JUDEUS. 20 Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o
lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava
escrito em hebraico, latim e grego. 21 Então os chefes dos sacerdotes dos
judeus disseram a Pilatos: «Não deixe escrito: ‘O rei dos judeus’, mas coloque:
‘Este homem disse: Eu sou rei dos judeus.’ « 22 Mas Pilatos respondeu: «O que
escrevi, está escrito.» 23 Quando crucificaram Jesus, os soldados repartiram as
roupas dele em quatro partes. Uma parte para cada soldado. Deixaram de lado a
túnica. Era uma túnica sem costura, feita de uma peça única, de cima até em
baixo. 24 Então eles combinaram: «Não vamos repartir a túnica. Vamos tirar a
sorte, para ver com quem fica.» Isso era para se cumprir a Escritura que diz:
«Repartiram minha roupa e sortearam minha túnica.» E foi assim que os soldados
fizeram. 25 A mãe de Jesus, a irmã da mãe dele, Maria de Cléofas, e Maria
Madalena estavam junto à cruz. 26 Jesus viu a mãe e, ao lado dela, o discípulo
que ele amava. Então disse à mãe: «Mulher, eis aí o seu filho.» 27 Depois disse
ao discípulo: «Eis aí a sua mãe.» E dessa hora em diante, o discípulo a recebeu
em sua casa. 28 Depois disso, sabendo que tudo estava realizado, para que se
cumprisse a Escritura, Jesus disse: «Tenho sede.» 29 Havia aí uma jarra cheia
de vinagre. Amarraram uma esponja ensopada de vinagre numa vara, e aproximaram
a esponja da boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse: «Tudo está
realizado.» E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. 31 Era dia de
preparativos para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na
cruz durante o sábado, porque esse sábado era muito solene para eles. Então
pediram que Pilatos mandasse quebrar as pernas dos crucificados e os tirasse da
cruz. 32 Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro, que
estavam crucificados com Jesus. 33 E se aproximaram de Jesus. Vendo que já estava
morto, não lhe quebraram as pernas, 34 mas um soldado lhe atravessou o lado com
uma lança, e imediatamente saiu sangue e água. 35 E aquele que viu, dá
testemunho, e o seu testemunho é verdadeiro. E ele sabe que diz a verdade, para
que também vocês acreditem. 36 Aconteceu isso para se cumprir a Escritura que
diz: «Não quebraram nenhum osso dele.» 37 E outra passagem que diz: «Olharão
para aquele que transpassaram.» 38 José de Arimatéia era discípulo de Jesus,
mas às escondidas, porque ele tinha medo das autoridades dos judeus. Depois
disso, ele foi pedir a Pilatos para retirar o corpo de Jesus. Pilatos deu a
autorização. Então ele foi e retirou o corpo de Jesus. 39 Nicodemos também foi.
Nicodemos era aquele que antes tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou
mais de trinta quilos de uma mistura de mirra e resina perfumada. 40 Então eles
pegaram o corpo de Jesus e o enrolaram com panos de linho junto com os
perfumes, do jeito que os judeus costumam sepultar. 41 No lugar onde Jesus fora
crucificado havia um jardim, onde estava um túmulo, em que ninguém ainda tinha
sido sepultado. 42 Então, por causa do dia de preparativos para a Páscoa e
porque o túmulo estava perto, lá colocaram Jesus.
– Palavra da salvação. Glória a Voz Senhor.
São João 18, 1 – 19, 42
No
silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço
inspirado (a) por sua mensagem ao longo deste dia
"Reflexão da Palavra"
Jesus disse aos seus discípulos e a nós: Quem é que vocês estão procurando? Eles responderam: «Jesus de Nazaré.»
Jesus disse: «Sou eu.» Judas, que estava traindo Jesus, também estava com eles.
Quando Jesus disse: «Sou eu», eles recuaram e caíram no chão. Então Jesus
perguntou de novo: «Quem é que vocês estão procurando?» Eles responderam:
«Jesus de Nazaré.» Jesus falou: «Já lhes disse que sou eu. Se vocês estão me
procurando, deixem os outros ir embora. Já Pensou. Nisso?
Conhecer
Jesus significa conhecer também o mistério da cruz e a grande mensagem que esse
mistério nos traz: Deus amou tanto o mundo que lhe enviou seu Filho Unigênito,
não para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele, e ele
derramou o seu próprio sangue derramado na cruz, fazendo-se oferenda perfeita
para expiação dos nossos pecados. Conhecer Jesus através do mistério da cruz
significa tornar-se capaz de fazer-se também oferenda a Deus, amando até o fim,
tornar-se uma perfeita oblação a Deus pela salvação da humanidade e, hoje,
tornar-se oblação é antes de tudo tornar-se um missionário da vitória do Cristo
sobre o pecado e a morte.
Oração:
Pai Santo queremos ser discípulos missionários, terra boa e dar frutos para o
Teu Reino de Amor. Nós Te pedimos que o seu salário fosse aceito por todos nós
a Palavra de Jesus; que nos ensines a cultivá-la com carinho e dedicação; e que
nos ajudes na sua partilha com os irmãos. Pelo mesmo Jesus, Teu Filho e nosso
Senhor, na unidade do Espírito Santo. Amem.
Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do vosso amor!





