domingo, 3 de abril de 2011

IV DOMINGO DA QUARESMA: DIA DO SENHOR.

JESUS CURA O CHEGO DE NASCENSA
INVOCAÇÕES Espírito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me.  E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.

Hoje é domingo, 03 de abril de 2011

Tema do Dia

O CEGO FOI, LAVOU-SE E VOLTOU ENXERGANDO!

Oração
Eu seguro minha mão na sua, uno meu coração ao seu,
Para que juntos, possamos fazer aquilo que sozinho não consigo.
 Conceda-me Senhor, a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar. Coragem para modificar aquelas que podem e Sabedoria para distinguir uma das outras. Por Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!

IV DOMINGO DA QUARESMA
(roxo, creio, prefácio próprio - IV semana do saltério)

 Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura do livro de Samuel - 1 Javé disse a Samuel: «Até quando você vai ficar lamentando Saul? Fui eu mesmo que o rejeitei como rei de Israel. Encha a vasilha de óleo. “Ordeno que você vá ter com a família de Jessé, o belemita, porque eu escolhi um rei entre os filhos dele». 6 Quando chegou, Samuel viu Eliab e pensou: «Certamente é esse que Javé quer ungir!» 7 Javé, porém, disse a Samuel: «Não se impressione com a aparência ou estatura dele. “Não é esse que eu quero, porque Deus não vê como o homem, porque o homem olha as aparências, e Javé olha o coração». 10 Jessé apresentou a Samuel sete dos seus filhos. E Samuel respondeu: «Não foi nenhum desses que Javé escolheu». 11 Então Samuel perguntou a Jessé: «Estão aqui todos os seus filhos?» Jessé respondeu: «Falta o menor. “Ele está tomando conta do rebanho». Então Samuel disse a Jessé: «Mande buscá-lo, porque não nos sentaremos à mesa enquanto ele não chegar». 12 Jessé mandou chamá-lo e o fez entrar: era ruivo, seus olhos eram belos, e tinha boa aparência. E Javé disse: «Levante-se e unja o rapaz, porque é esse». 13 Samuel pegou a vasilha de óleo e ungiu o rapaz na presença dos irmãos. Desse dia em diante, o espírito de Javé permaneceu sobre Davi. Depois Samuel voltou para Ramá. - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
1Samuel 16, 1. 6 - 7. 10 – 13

Meu encontro com Deus
Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.

Salmo responsorial: 22(23), 1 - 3a. 3b - 4. 5. 6 (R. 1)
REFRÃO: O Senhor é o pastor que me conduz,  não me falta coisa alguma!

1. Salmo de Davi. O Senhor é meu pastor, nada me faltará. Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes, restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome. - R.

2. restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome. Ainda que eu atravesse o vale escuro, nada temerei, pois estais comigo. Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo. - R.

3. Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos. Derramais o perfume sobre minha cabeça, e transborda minha taça. - R.

4. A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me por todos os dias de minha vida. E habitarei na casa do Senhor por longos dias. - R.

Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.

Hoje eu vou experimentar e viver o entendimento em minha vida!!!

Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina na Santa Religião
.

Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura da carta de São Paulo aos Efésios - Irmãos, 8 Outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Por isso, comportem-se como filhos da luz. 9 O fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade. 10 Saibam discernir o que é agradável ao Senhor. 11 Não participem das obras estéreis das trevas; pelo contrário, denunciem tais obras. 12 Dá até vergonha dizer o que eles fazem às escondidas. 13 Porém, tudo o que é denunciado, torna-se manifesto pela luz, 14, pois tudo o que se torna manifesto é luz. É por isso que se diz: «Desperte, você que está dormindo. “Levante-se dentre os mortos, e Cristo o iluminará.» - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Efésios 5, 8 – 14

Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós. O cristão de verdade não pode ficar parado. Ele nunca pode dizer que cumpriu a sua missão, pois ele deve estar sempre a caminho, sempre se lançando rumo aos novos trabalhos, prestando atenção aos apelos que a realidade faz, buscando superar novos desafios e obstáculos, sempre olhando com misericórdia os irmãos e irmãs, procurando conhecer os seus problemas e necessidades e sendo para toda a manifestação do amor de Deus.

O evangelho do Dia
Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João – Naquele tempo, 1 Ao passar, Jesus viu um cego de nascença. 2 Os discípulos perguntaram: «Mestre, quem foi que pecou, para que ele nascesse cego? Foi ele ou seus pais?» 3 Jesus respondeu: «Não foi ele que pecou, nem seus pais, mas ele é cego para que nele se manifestem as obras de Deus. 4 Nós temos que realizar as obras daquele que me enviou, enquanto é dia. Está chegando a noite, e ninguém poderá trabalhar. 5 Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo.» 6 Dizendo isso, Jesus cuspiu no chão, fez barro com a saliva e com o barro ungiu os olhos do cego. 7 E disse: «Vá se lavar na piscina de Siloé.» (Esta palavra quer dizer «O Enviado»). O cego foi, lavou-se, e voltou enxergando. 8 Os vizinhos e os que costumavam ver o cego, pois ele era mendigo, perguntavam: «Não é ele que ficava sentado, pedindo esmola?» 9 Uns diziam: «É ele mesmo.» Outros, porém, diziam: «Não é ele não, mas parece com ele.» Ele, no entanto, dizia: «Sou eu mesmo.» 10 Então lhe perguntaram: «Como é que seus olhos se abriram?» 11 Ele respondeu: «O homem que se chama Jesus fez barro, ungiu meus olhos e me disse: ‘Vá se lavar em Siloé’. Eu fui, me lavei, e comecei a enxergar.» 12 Perguntaram-lhe: «Onde está esse homem?» Ele disse: «Não sei.» 13 Então levaram aos fariseus aquele que tinha sido cego. 14 Era sábado o dia em que Jesus fez o barro e abriu os olhos do cego. 15 Então os fariseus lhe perguntaram como é que tinha recuperado a vista. Ele disse: «Alguém colocou barro nos meus olhos, eu me lavei, e estou enxergando.» 16 Então os fariseus disseram: «Esse homem não pode vir de Deus; ele não guarda o sábado.» Outros diziam: «Mas como pode um pecador realizar esses sinais?» 17 E havia divisão entre eles. Perguntaram outra vez ao que tinha sido cego: «O que você diz do homem que abriu seus olhos?» Ele respondeu: «É um profeta.» 18 As autoridades dos judeus não acreditaram que ele tinha sido cego e que tinha recuperado a vista. Até que chamaram os pais dele 19 e perguntaram: «Este é o filho que vocês dizem ter nascido cego? Como é que ele agora está enxergando?» 20 Os pais disseram: «Sabemos que é o nosso filho e que nasceu cego. 21 Como é que ele agora está enxergando, isso não sabemos. Também não sabemos quem foi que abriu os olhos dele. Perguntem a ele. É “maior de idade e pode dar explicação.» 22 Os pais do cego disseram isso porque tinham medo das autoridades dos judeus, que haviam combinado expulsar da sinagoga quem confessasse que Jesus era o Messias. 23 Foi por isso que os pais disseram: «É maior de idade; perguntem a ele.» 24 Então as autoridades dos judeus chamaram de novo o homem que tinha sido cego e lhe disseram: «Confesse a verdade. Nós “sabemos que esse homem é um pecador.» 25 Ele respondeu: «Se ele é pecador, isso eu não sei; só sei que eu era cego e agora estou enxergando.» 26 Eles insistiram: «Que é que ele fez? Como foi que abriu seus olhos?» 27 Ele respondeu: «Eu já lhes disse, e vocês não me escutaram. Por que vocês querem ouvir de novo? Será que também vocês querem se tornar discípulos dele?» 28 Então insultaram o cego curado e disseram: «Você é que é discípulo dele. Nós, porém, somos discípulos de Moisés. 29 “Sabemos que Deus falou a Moisés, mas quanto a esse homem, nem sabemos de onde ele é.» 30 Ele respondeu: «Isso é de admirar! Vocês não sabem de onde ele é. No entanto, ele abriu meus olhos. 31 Sabemos que Deus não ouve os pecadores, mas ouve aquele que o respeita e faz a sua vontade. 32 Nunca se ouviu falar que alguém tenha aberto os olhos de um cego de nascença. 33 “Se esse homem não vem de Deus, não poderia fazer nada.» 34 Eles disseram: «Você nasceu inteirinho no pecado e quer nos ensinar?» E o expulsaram. 35 Jesus, ouvindo dizer que tinham expulsado aquele que fora cego, foi à procura dele e perguntou-lhe: «Você acredita no Filho do Homem?» 36 Ele respondeu: «Quem é ele, Senhor, para que eu acredite nele?» 37 Jesus disse: «Você o está vendo; é aquele que está falando com você.» 38 O cego que tinha sido curado disse: «Eu acredito Senhor.» E se ajoelhou diante de Jesus. 39 Então Jesus disse: «Eu vim a este mundo para um julgamento, a fim de que os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos.» 40 Alguns fariseus que estavam perto dele ouviram isso e disseram: «Será que também somos cegos?» 41 Jesus respondeu: «Se vocês fossem cegos, não teriam nenhum pecado. “Mas como vocês dizem: ‘Nós vemos’, o pecado de vocês permanece.»
Palavra da salvação. Glória a vos Senhor.
João 9, 1 – 41

No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado (a) por sua mensagem ao longo deste dia

"Reflexão da Palavra"

O cego foi, lavou-se e voltou enxergando
O povo de Deus propôs-se, desde o tempo passado, um grande problema: como saber quem é o enviado de Deus? Muitos apareciam fazendo alarde de suas habilidades físicas, de sua astucia, de sua sabedoria, inclusive, de sua profunda religiosidade, porém era muito difícil saber quem procedia de acordo com a vontade do Senhor e quem queria ser líder unicamente para obter o poder.
Na época de Samuel, a situação era realmente complicada. O profeta, movido pelo Espírito de Deus, buscou um líder que tirasse o povo da difícil situação de crise interna das instituições tribais e da ameaça dos filisteus. Surgiu Saul, um rapaz distinto, de boa família e de extraordinária compleição física. Os hebreus mais cautelosos o apoiaram de imediato, esperando que o novo rei conseguisse controlar o avanço dos filisteus. Contudo, o novo rei, em pouco tempo, se converteu em um tirano insuportável que fez com que se agravasse o conflito interno e que, por suas constantes mudanças de comportamento, comprometeu seriamente a segurança das terras cultiváveis.
Samuel, então, pensou que a solução era ungir um novo rei, uma pessoa na qual se poderia confiar e dar conta da situação. A unção profética se converteu, naquele momento, no meio pelo qual se legitimava a ação de um novo líder “salvador” do povo.
Séculos mais tarde, os profetas deram-se cota de que não bastava mudar o rei para mudar a situação, mas que era necessário buscar um sistema social que respeitasse os ideais tribais, o que logo se chamou ‘o direito divino’. Contudo, subsistiu a idéia de que o líder salvador tinha que ser designado por um profeta reconhecido. Desse modo, a unção dos reis de Israel passou a ser um símbolo de esperança em um futuro melhor, mais de acordo com os planos de Deus.
Na época do NT, o povo de Deus que habitava na Palestina, enfrentou um grande desafio: como reconhecer Jesus como ungido do Senhor? Ainda que Jesus houvesse conhecido João Batista e, logo depois, tivesse retomado sua pregação, pairava a respeito dele a dúvida, devido à sua origem humilde, à maneira tão diferente de interpretar a lei e a sua pouca vinculação com o templo e seus rituais. Muitos se recusavam em reconhecer que ele era um profeta ungido pelo Senhor, movidos simplesmente por preconceitos culturais e sociais.
A comunidade cristã teve que abrir passagem no meio destes obstáculos e proclamar a legitimidade da missão de Jesus. Somente quem conhecesse a obra do Nazareno, seu grande amor à vida, sua dedicação aos pobres, sua pregação do reinado de Deus, podia reconhecer que ele era o “ungido”, o “Messias”, ou o Cristo.
Os sinais e prodígios que Jesus realizava no meio do povo pobre causavam grande impacto e, por isso, foram motivo de controvérsia. Os opositores do cristianismo viam nas curas que Jesus realizava simplesmente o agir de um curandeiro. Seus discípulos, ao contrário, compreendiam todo o seu valor libertador e salvífico. Pois, não se tratava somente de colocar remédio às limitações humanas, mas de devolver-lhe toda a dignidade de ser humano.
A pessoa que recuperava a visão poderia descobrir que seu problema não era um castigo de Deus pelos pecados dos antepassados, nem uma terrível prova do destino. Era uma pessoa que passava do desespero à fé e descobria em Jesus o profeta, o ungido do Senhor. Seu problema, uma limitação física, havia sido convertida em um terrível marco social e religioso.
Porém, o problema não era sua limitação visual, mas a terrível carga de desprezo que a cultura lhe havia imposto. Jesus livra-o do insuportável peso da marginalidade social e o conduz para uma comunidade onde é aceito pelo que é, sem importar as etiquetas que os preconceitos sociais lhe haviam imposto.
No evangelho relata-se uma espécie de drama entre os vizinhos do lugar onde o cego costumava pedir esmola, os fariseus, que eram um grupo de judeus piedosos e cumpridores da lei e os “judeus” em geral, uma expressão genérica com a qual o evangelista designa as altas autoridades religiosas do povo judeu da época de Jesus. Até os pais do cego estão envolvidos no drama.
Trata-se de um verdadeiro “drama teológico”, simbólico, de uma grande beleza literária. De nenhuma maneira se trata de uma narrativa ao estio jornalístico de fatos históricos, ou de um relato  e descrição ingênua  como os casos foram acontecendo. Não esqueçamos que é João quem escreve, e que seu Evangelho se move sempre em um alto nível de sofisticação, de recurso ao símbolo e usando sempre a expressão indireta.
Se temos que dirigir a palavra na homilia, convém não “contar” as coisas como quem conta fatos históricos indiscutíveis, com estivesse entretendo crianças. Os ouvintes são adultos e agradecem por serem tratados como tais, sem abusar de que se tenha a palavra em um âmbito sagrado onde, por respeito ninguém irá contradizer, e por isso se pode dizer qualquer coisa, que “tudo vale” nesse ambiente.
No drama teológico de João, o cego se converte no centro da narrativa. Todos se perguntam como é possível que um cego de nascimento seja agora capaz de ver. A suspeita que algo grande tenha acontecido, perguntam por quem o fez ver, porém não chegam a crer que Jesus seja a causa da luz dos olhos do cego que não via. Um simples homem como Jesus não parece ser capaz de realizar tais maravilhas. Menos ainda pelo fato de ter realizado a cura em dia de sábado, dia sagrado de descanso no qual os fariseus se empenhavam em guardar de maneira escrupulosa.
Pior ainda, sendo o cego um pobre que pedia esmola ao pé de uma das portas da cidade. Todos interrogavam ao pobre cego que agora vê: os vizinhos, os fariseus e os chefes do templo.
Jesus o encontra, e se faz solidário, ao saber que o pobre havia sido expulso da sinagoga judaica. E neste novo encontro com Jesus, o cego chega a “ver plenamente”, a “ver”, não somente a luz, mas a “gloria”de Deus, reconhecendo nele o enviado definitivo de Deus, o Filho do homem escatológico, o Senhor digno de ser adorado... É a mensagem que João nos quer transmitir narrando um drama teológico, como é seu estilo, mais que afirmando proposições abstratas, como teria feito se fosse de formação filosófica grega.
O final do evangelho de hoje, as palavras que João coloca nos lábios de Jesus fazem explodir a mensagem teológica do drama: Jesus é um juiz, é o juízo do mundo, que vem colocar o mundo de pernas pro ar: os que viam não vêem, os que não viam conseguem ver, Afinal, o que é preciso ver? Jesus. Ele é a luz que ilumina.
Só faltava acrescentar metafísica e ontologia gregas neste drama... É uma linguagem de confissão de fé. João e sua comunidade estão “entusiasmados”, “cheia de alegria e de amor, plena realmente por ter descoberto Jesus. Sentem que ele muda o mundo, que conseguem enxergar as coisas de outra forma, e que é nele que Deus se fez presente. E assim o confessam. Nada mais falta. A Ontologia dos séculos subseqüentes é cultural, ocidental, grega. Para o caso, sobra.
Qual o significado hoje para nós? O mesmo que a 20 séculos de distancia. Com mais perspectiva, com mais sentido crítico, com mais consciência da relatividade de nossas afirmações, sem fanatismos nem exclusivismos, sabendo que a mesma manifestação de Deus também se deu em outros lugares, em tantas outras religiões, através de tantos outros mediadores. Porém, com a mesma alegria, o mesmo amor e o mesmo convencimento.
Oração Comunitáriasenhor, tu nos abres os olhos para que descubramos a beleza da criação e a grandeza do teu amor, ajuda-nos a colaborar contigo para que todas as pessoas possam alegrar-se em sua vida a ver tua luz. Nós te pedimos, por Jesus Cristo, teu filho e irmão nosso. Amém.

Oração Final
Pai Santo faça serem discípulos missionários, terra boa e dar frutos para o Teu Reino de Amor. Nós Te pedimos que semeasse em nós a Palavra de Jesus; que nos ensines a cultivá-la com carinho e dedicação; e que nos ajudes na sua partilha com os irmãos.  Pelo mesmo Jesus, Teu Filho e Nosso Senhor,  na unidade do Espírito Santo. Amém...

Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do vosso amor!