INVOCAÇÕES:
Espírito de Cristo santificai-me. Coração de Cristo vivificai-me. Corpo de
Cristo salvai-me. Sangue de Cristo inebriai-me. Água do lado de Cristo
lavai-me. Paixão de Cristo confortai-me. Ó bom Jesus ouvi-me. Nas Vossas
chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno
defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para
que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.
Hoje é domingo, 14 de abril de 2019
Tema do Dia
Disse Jesus aos seus discípulos e a nós: Então
Jesus deu outra vez um forte grito, e entregou o espírito.
Ó Deus,
que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltado
para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor
Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!
DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR DA QUARESMA
(vermelho – ofício do dia)
Primeira Leitura
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura do Livro do Profeta Isaías: 4 O Senhor Deus me deu a capacidade de falar como
discípulo, para que eu saiba ajudar os desanimados com uma palavra de coragem.
Toda manhã ele faz meus ouvidos ficar atentos para que eu possa ouvir como
discípulo. 5 O Senhor Deus abriu meus ouvidos e eu não fiz resistência nem
recuei. 6 Apresentei as costas para aqueles que me queriam bater e ofereci o
queixo aos que me queriam arrancar a barba, e nem escondi o meu rosto dos
insultos e escarros. 7 O Senhor Deus me ajuda, por isso não me sinto humilhado;
endureço o meu rosto como pedra, porque sei que não vou me sentir fracassado. – Palavra do Senhor. Graças a Deus.
Isaías 50, 4 – 7
Meu encontro com Deus Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo
dia de hoje.
Salmo
Responsório: 21(22), 8 – 9. 17 –
18a. 19 – 20. 23 – 24 (R.2a)
REFLEXÃO: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?
1. Riem
de mim todos aqueles que me vêem, torcem os lábios e sacodem a cabeça: Ao Senhor
se confiou, ele o liberte e agora o salve, se é verdade que ele o ama! – R.
2. Cães
numerosos me rodeiam furiosos, e por um bando de malvados fui cercado. Transpassaram
minhas mãos e os meus pés e eu posso contar todos os meus ossos. Eis que me
olham e, ao ver-me, se deleitam! – R.
3. Eles
repartem entre si as minhas vestes e sorteiam entre si a minha túnica. Vós,
porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, ó minha força, vinde logo em meu
socorro! – R.
4. Anunciarei
o vosso nome a meus irmãos e no meio da assembléia hei de louvar-vos! Vós que
temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, glorificai-o, descendentes de Jacó, e
respeitai-o toda a raça de Israel! – R.
Penso na
existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo
silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste
momento diário de oração.
Hoje eu vou experimentar e viver a ciência em minha vida!
Ó
Espírito Santo, concedei-me o dom da Ciência, para que conheça cada vez mais minha
própria miséria e fraqueza, a beleza da virtude, o valor inestimável da alma e
ver claramente a sua luz, que me indicará o caminho a seguir.
Segunda Leitura
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses: 6 Ele tinha a condição
divina, mas não se apegou a sua igualdade com Deus. 7 Pelo contrário,
esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo e tornando-se semelhante
aos homens. Assim, apresentando-se como simples homem, 8 humilhou-se a si
mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz! 9 Por isso, Deus o
exaltou grandemente, lhe deu o Nome que está acima de qualquer outro nome; 10 para
que, ao nome de Jesus, se dobre todo joelho no céu, na terra e sob a terra; 11 e
toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai. – Palavra do Senhor. Graças a Deus.
Filipenses 2, 6 – 11
Pela
verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e
herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.
O evangelho do Dia Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer
através do evangelho
Proclamação do Evangelho Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas. 14 Quando chegou a hora,
Jesus se pôs à mesa com os apóstolos. 15 E disse: «Desejei muito comer com
vocês esta ceia pascal, antes de sofrer. 16 Pois eu lhes digo: nunca mais a
comerei, até que ela se realize no Reino de Deus.» 17 Então Jesus pegou o
cálice, agradeceu a Deus, e disse: «Tomem isto, e repartam entre vocês; 18 pois
eu lhes digo que nunca mais beberei do fruto da videira, até que venha o Reino
de Deus.» 19 A seguir, Jesus tomou um pão, agradeceu a Deus, o partiu e
distribuiu a eles, dizendo: «Isto é o meu corpo, que é dado por vocês. Façam
isto em memória de mim.» 20 Depois da ceia, Jesus fez o mesmo com o cálice,
dizendo: «Este cálice é a nova aliança do meu sangue, que é derramado por
vocês. 21 Mas vejam: a mão do homem que me atraiçoa está se servindo comigo,
nesta mesa. 22 Sim, o Filho do Homem vai morrer, conforme Deus determinou, mas
ai daquele homem que o está traindo!» 23 Então os apóstolos começaram a
perguntar uns aos outros qual deles iria fazer tal coisa. 24 Entre eles houve também uma discussão sobre qual
deles deveria ser considerado o maior. 25 Jesus, porém, disse: «Os reis das
nações têm poder sobre elas, e os que sobre elas exercem autoridade, são chamados
benfeitores. 26 Mas entre vocês não deverá ser assim. Pelo contrário, o maior
entre vocês seja como o mais novo; e quem governa, seja como aquele que serve.
27 Afinal, quem é o maior: aquele que está sentado à mesa, ou aquele que está
servindo? Não é aquele que está sentado à mesa? Eu, porém, estou no meio de
vocês como quem está servindo. 28 Vocês ficaram comigo em minhas provações. 29
Por isso, assim como o meu Pai confiou o Reino a mim, eu também confio o Reino
a vocês. 30 E vocês hão de comer e beber à minha mesa no meu Reino, e sentar-se
em tronos para julgar as doze tribos de Israel. 31 «Simão, Simão! Olhe que
Satanás pediu permissão para peneirar vocês como trigo. 32 Eu, porém, rezei por
você, para que a sua fé não desfaleça. E você, quando tiver voltado para mim,
fortaleça os seus irmãos. 33 Mas Simão falou: «Senhor, contigo estou pronto
para ir até mesmo para a prisão e para a morte!» 34 Jesus, porém, respondeu:
«Pedro, eu lhe digo que hoje, antes que o galo cante, três vezes você negará
que me conhece.» 35 Jesus perguntou aos apóstolos: «Quando eu enviei vocês sem
bolsa, sem sacola, sem sandálias, faltou alguma coisa para vocês?» Eles
responderam: «Nada.» 36 Jesus continuou: «Agora, porém, quem tiver bolsa, deve
pegá-la, como também uma sacola; e quem não tiver espada, venda o manto para
comprar uma. 37 Porque eu lhes declaro: é preciso que se cumpra em mim a
palavra da Escritura: ‘Ele foi incluído entre os fora-da-lei’. E o que foi dito
a meu respeito, vai realizar-se. 38 Eles disseram: «Senhor, aqui estão duas
espadas.» Jesus respondeu: «É o bastante! 39 Jesus saiu e, como de costume, foi
para o monte das Oliveiras. Os discípulos o acompanharam. 40 Chegando ao lugar,
Jesus disse para eles: «Rezem para não caírem na tentação.» 41 Então,
afastou-se uns trinta metros e, de joelhos, começou a rezar: 42 «Pai, se
queres, afasta de mim este cálice. Contudo, não se faça a minha vontade, mas a
tua!» 43 Apareceu-lhe um anjo do céu, que o confortava. 44 Tomado de angústia,
Jesus rezava com mais insistência. Seu suor se tornou como gotas de sangue, que
caíam no chão. 45 Levantando-se da oração, Jesus foi para junto dos discípulos,
e os encontrou dormindo, vencidos pela tristeza. 46 E perguntou-lhes: «Por que
vocês estão dormindo? Levantem-se e rezem, para não caírem na tentação. 47
Enquanto Jesus ainda falava, chegou uma multidão. Na frente vinha o chamado
Judas, um dos Doze. Ele se aproximou de Jesus, e o saudou com um beijo. 48
Jesus disse: «Judas, com um beijo você trai o Filho do Homem?» 49 Vendo o que
ia acontecer, os que estavam com Jesus disseram: «Senhor, vamos atacar com a
espada?» 50 E um deles feriu o empregado do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha
direita. 51 Mas Jesus ordenou: «Parem com isso!» E tocando a orelha do homem, o
curou. 52 Depois Jesus disse aos chefes dos sacerdotes, aos oficiais da guarda
do Templo e aos anciãos, que tinham ido para prendê-lo: «Vocês saíram com
espadas e paus, como se eu fosse um bandido? 53 Todos os dias eu estava com
vocês no Templo, e nunca puseram a mão em mim. Mas esta é a hora de vocês e do
poder das trevas. 54 Eles prenderam e levaram Jesus, e o conduziram à casa do
sumo sacerdote. Pedro seguia Jesus de longe. 55 Acenderam uma fogueira no meio
do pátio, e sentaram-se ao redor. Pedro sentou-se no meio deles. 56 Ora, uma
criada viu Pedro sentado perto do fogo. Encarou-o bem, e disse: «Este aqui
também estava com Jesus!» 57 Mas Pedro negou: «Mulher, eu nem o conheço.» 58
Pouco depois, outro viu Pedro, e disse: «Você também é um deles.» Mas Pedro
respondeu: «Homem, não sou, não.» 59 Passou mais ou menos uma hora, e outro
insistia: «De fato este aqui também estava com Jesus, porque é galileu.» 60 Mas
Pedro respondeu: «Homem, não sei do que você está falando!» Nesse momento,
enquanto Pedro ainda falava, um galo cantou. 61 Então o Senhor se voltou, e
olhou para Pedro. E Pedro se lembrou de que o Senhor lhe havia dito: «Hoje,
antes que o galo cante, você me negará três vezes.» 62 Então Pedro saiu para
fora, e chorou amargamente. 63 Os guardas caçoavam de Jesus e o espancavam. 64
Cobriam-lhe o rosto, e diziam: «Faze uma profecia! Quem foi que te bateu?» 65 E
o insultavam de muitos outros modos. 66 Ao amanhecer, os anciãos do povo, os
chefes dos sacerdotes e os doutores da Lei se reuniram em conselho, e levaram
Jesus para o Sinédrio. 67 E começaram: «Se tu és o Messias, dize-nos!» Jesus
respondeu: «Se eu disser, vocês não acreditarão, 68 e, se eu lhes fizer
perguntas, não me responderão. 69 Mas de agora em diante, o Filho do Homem
estará sentado à direita do Deus Todo-poderoso. 70 Então todos perguntaram: «Tu
és, portanto, o Filho de Deus?» Jesus respondeu: «Vocês estão dizendo que eu
sou.» 71 Eles disseram: «Que necessidade temos ainda de testemunho? Nós mesmos
ouvimos de sua própria boca! 1 Em seguida, toda a assembléia se levantou, e
levaram Jesus a Pilatos. 2 Começaram a acusação, dizendo: «Achamos este homem
fazendo subversão entre o nosso povo, proibindo pagar tributo ao imperador, e
afirmando ser ele mesmo o Messias, o Rei.» 3 Pilatos interrogou a Jesus: «Tu és
o rei dos judeus?» Jesus respondeu, declarando: «É você quem está dizendo
isso!» 4 Então Pilatos disse aos chefes dos sacerdotes e à multidão: «Não
encontro nesse homem nenhum motivo de condenação.» 5 Eles, porém, insistiam:
«Ele está provocando revolta entre o povo, com seu ensinamento. Começou na
Galiléia, passou por toda a Judéia, e agora chegou aqui. 6 Quando ouviu isso,
Pilatos perguntou se Jesus era galileu. 7 Ao saber que Jesus estava sob a
jurisdição de Herodes, Pilatos o mandou a este, pois também Herodes estava em
Jerusalém nesses dias. 8 Herodes ficou muito contente ao ver Jesus, pois já
ouvira falar a respeito dele, e há muito tempo desejava vê-lo. Esperava ver
Jesus fazendo algum milagre. 9 Herodes o interrogou com muitas perguntas.
Jesus, porém, não respondeu nada. 10 Entretanto, os chefes dos sacerdotes e os
doutores da Lei estavam presentes, e faziam violentas acusações contra Jesus.
11 Herodes e seus soldados trataram Jesus com desprezo, caçoaram dele, e o
vestiram com uma roupa brilhante. E o mandaram de volta a Pilatos. 12 Nesse
dia, Herodes e Pilatos ficaram amigos, pois antes eram inimigos. 13 Então
Pilatos convocou os chefes dos sacerdotes, os chefes e o povo, e lhes disse: 14
«Vocês trouxeram este homem como se fosse um agitador do povo. Pois bem! Eu já
o interroguei diante de vocês, e não encontrei nele nenhum dos crimes de que
vocês o estão acusando. 15 Herodes também não encontrou, pois mandou Jesus de
volta para nós. Como podem ver, ele não fez nada para merecer a morte. 16
Portanto, vou castigá-lo, e depois o soltarei.» 17 Ora, em cada festa de
Páscoa, Pilatos devia soltar um prisioneiro para eles. 18 Toda a multidão
começou a gritar: «Mate esse homem! Solte-nos Barrabás!» 19 Barrabás tinha sido
preso por causa de uma revolta na cidade, e por homicídio. 20 Pilatos queria
libertar Jesus, e falou outra vez à multidão. 21 Mas eles gritavam:
«Crucifique! Crucifique!» 22 E Pilatos falou pela terceira vez: «Mas que mal
fez esse homem? Não encontrei nele nenhum crime que mereça a morte. Portanto,
vou castigá-lo, e depois o soltarei.» 23 Mas eles continuaram a gritar com toda
a força, pedindo que Jesus fosse crucificado. E a gritaria deles aumentava cada
vez mais. 24 Então Pilatos pronunciou a sentença: que fosse feito o que eles
pediam. 25 Soltou o homem que eles queriam, aquele que tinha sido preso por
revolta e homicídio, e entregou Jesus à vontade deles. 26 Enquanto levavam
Jesus para ser crucificado, pegaram certo Simão, da cidade de Cirene, que
voltava do campo, e o forçaram a carregar a cruz atrás de Jesus. 27 Uma grande
multidão do povo o seguia. E mulheres batiam no peito, e choravam por Jesus. 28
Jesus, porém, voltou-se, e disse: «Mulheres de Jerusalém, não chorem por mim!
Chorem por vocês mesmas e por seus filhos! 29 Porque dias virão, em que se
dirá: ‘Felizes das mulheres que nunca tiveram filhos, dos ventres que nunca
deram à luz e dos seios que nunca amamentaram.’ 30 Então começarão a pedir às
montanhas: ‘Caiam em cima de nós!’ E às colinas: ‘Escondam-nos!’ 31 Porque, se
assim fazem com a árvore verde, o que não farão com a árvore seca?» 32 Levavam
também outros dois criminosos, junto com ele, para serem mortos. 33 Quando
chegaram ao chamado «lugar da Caveira», aí crucificaram Jesus e os criminosos,
um à sua direita e outro à sua esquerda. 34 E Jesus dizia: «Pai, perdoa-lhes!
Eles não sabem o que estão fazendo!» Depois repartiram a roupa de Jesus,
fazendo sorteio. 35 O povo permanecia aí, olhando. Os chefes, porém, zombavam
de Jesus, dizendo: «A outros ele salvou. Que salve a si mesmo, se é de fato o
Messias de Deus, o Escolhido!» 36 Os soldados também caçoavam dele.
Aproximavam-se, ofereciam-lhe vinagre, 37 e diziam: «Se tu és o rei dos judeus,
salva a ti mesmo!» 38 Acima dele havia um letreiro: «Este é o Rei dos judeus.» 39
Um dos criminosos crucificados o insultava, dizendo: «Não és tu o Messias?
Salva a ti mesmo e a nós também!» 40 Mas o outro o repreendeu, dizendo: «Nem
você teme a Deus, sofrendo a mesma condenação? 41 Para nós é justo, porque
estamos recebendo o que merecemos; mas ele não fez nada de mal.» 42 E
acrescentou: «Jesus, lembra-te de mim, quando vieres em teu Reino.» 43 Jesus
respondeu: «Eu lhe garanto: hoje mesmo você estará comigo no Paraíso.» 44 Já
era mais ou menos meio-dia, e uma escuridão cobriu toda a região até às três
horas da tarde, 45 pois o sol parou de brilhar. A cortina do santuário
rasgou-se pelo meio. 46 Então Jesus deu um forte grito: «Pai, em tuas mãos
entrego o meu espírito.» Dizendo isso, expirou. 47 O oficial do exército viu o
que tinha acontecido, e glorificou a Deus, dizendo: «De fato! Esse homem era
justo!» 48 E todas as multidões que estavam aí, e que tinham vindo para
assistir, viram o que havia acontecido, e voltaram para casa, batendo no peito.
49 Todos os conhecidos de Jesus, assim como as mulheres que o acompanhavam
desde a Galiléia, ficaram à distância, olhando essas coisas. 50 Havia um homem
bom e justo, chamado José. Era membro do Conselho, 51 mas não tinha aprovado a
decisão, nem a ação dos outros membros. Ele era de Arimatéia, cidade da Judéia,
e esperava a vinda do reino de Deus. 52 José foi a Pilatos, e pediu o corpo de
Jesus. 53 Desceu o corpo da cruz, o enrolou num lençol, e o colocou num túmulo
escavado na rocha, onde ninguém ainda tinha sido sepultado. 54 Era o dia da
preparação da Páscoa, e o sábado já estava começando. 55 As mulheres, que
tinham ido com Jesus desde a Galiléia, foram com José para ver o túmulo, e como
o corpo de Jesus tinha sido colocado. 56 Depois voltaram para casa, e
prepararam perfumes e bálsamos. E no sábado elas descansaram, conforme ordenava
a Lei. – Palavra da salvação. Glória a
Voz Senhor.
São Lucas 22, 14 – 23, 56
No
silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço
inspirado (a) por sua mensagem ao longo deste dia
"Reflexão da Palavra"
Jesus
disse aos seus discípulos e a nós: Amigo,
faça logo o que tem a fazer. Então os outros avançaram, lançaram as mãos sobre
Jesus, e o prenderam. Nesse momento, um dos que estavam com Jesus estendeu a
mão, puxou da espada, e feriu o empregado do sumo sacerdote, cortando-lhe a
orelha. Jesus, porém, lhe disse: Guarde a espada na bainha. Pois todos os que
usam a espada, pela espada morrerão Já Pensou. Nisso?
Por trás
da semana santa que celebramos não deixam de estar presentes, mesmo que bem
longe, as raízes ancestrais, as festas que os indígenas originários já
celebravam sobre a base certa do equinócio astronômico. Trata-se de uma festa
que evoluiu muito criativamente ao ser herdada de um povo a outro, de uma
cultura a outra, de uma religião a outra. Uma festa que foi herdada e recriada
também pelos nômades israelitas com a festa do cordeiro pascal, e depois
transformada pelos israelitas sedentários como que a festa dos pães ázimos,
como lembrança e atualização da Páscoa, pedra angular da identidade
israelita... Festa que os cristãos logo cristianizaram como a festa da
Ressurreição de Cristo e que somente mais tarde, com o devir dos séculos, na
obscura Idade Média, ficou opaca sob a interpretação jurídica da redenção por
obra do genial santo já mencionado.
Oração:
Pai Santo queremos ser discípulos missionários, terra boa e dar frutos para o
Teu Reino de Amor. Nós Te pedimos que o seu salário fosse aceito por todos nós
a Palavra de Jesus; que nos ensines a cultivá-la com carinho e dedicação; e que
nos ajudes na sua partilha com os irmãos. Pelo mesmo Jesus, Teu Filho e nosso
Senhor, na unidade do Espírito Santo. Amem.
Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do
vosso amor!





