O DISCÍPULO MISSIONÁRIO É AQUELE QUE ESTÁ SEMPRE PRESENTE, PRESTA ATENÇÃO, OUVI COM BASTANTE CUIDADO. DENUNCIA E AGEM COM JUSTIÇA. EM FAVOR DOS MAIS POBRES, MARGINALIZADOS SEM VOZ E SEM VEZES. PROCURA SEMPRE REPARTIR O PÃO. O PÃO QUE VEIO DO CÉU. JESUS CRISTO.
sábado, 8 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
DOMINGO FESTA DA EPIFANIA DO SENHOR
INVOCAÇÕES Espírito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.
Hoje é domingo, 02 de janeiro de 2011
Tema do Dia
VIEMOS DO ORIENTE ADORAR O REI!
Oração depois da Santa comunhão.
Ó Deus, que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltados para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!
Epifania do Senhor
SANTO BASÍLIO E GREGÓRIO BISPOS E DOUTORES
(branco pref. do Natal ou dos pastores - ofício da memória)
Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura do livro do Profeta Isaías - 1 Levante-se, Jerusalém! Brilhe, pois chegou a sua luz, a glória de Javé brilha sobre você. 2 Sim, a treva cobre a terra, névoas espessas envolvem os povos, mas sobre você brilha Javé, e sua glória a ilumina. 3 Sob a luz de você caminharão os povos, e os reis andarão ao brilho do seu esplendor. 4 Lance um olhar em volta e observe: todos esses que aí se reúnem vieram procurá-la. Seus filhos vêm de longe, suas filhas vêm carregadas no colo. 5 Então, bastará ver, e seu rosto se iluminará, seu coração parecerá explodir de emoção, porque estarão trazendo para você os tesouros de além-mar, estarão chegando a você as riquezas das nações. 6 Uma grande multidão de camelos a invade, camelos de Madiã e Efa; de Sabá vem todo mundo, ouro e incenso é o que eles trazem, e vêm anunciando os louvores de Javé. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Isaías 60, 1 – 6
Meu encontro com Deus
Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.
Salmo responsorial: 71(72), 1 - 2. 7 - 8. 10 - 11. 12 - 13 (R.11)
REFRÃO: As nações de toda a terra hão de adorár-vos, ó Senhor!
1. Ó Deus, confia o teu julgamento ao rei e a tua justiça ao filho do rei. Que ele governe teu povo com justiça, e teus pobres conforme o direito. -R.
2. Que em seus dias floresça a justiça e muita paz até o fim das luas. Que ele domine de mar a mar, do Grande Rio até os confins da terra. -R.
3. Que os reis de Taxes e das ilhas lhe paguem tributos. Que os reis de Sabia e Seba lhe ofereçam seus dons. Que todos os reis se prostrem diante dele, e as nações todas o sirvam! -R.
4. Porque ele liberta o indigente que clama e o pobre que não tem protetor. Ele tem compaixão do fraco e do indigente, e salva a vida dos indigentes. -R.
Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.
Hoje eu vou experimentar e viver o entendimento em minha vida!!!
Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina na Santa Religião.
Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura da carta de São Paulo aos Efésios, - 2 Certamente ouviram falar do modo como a graça de Deus me foi confiada em benefício de vocês. 3 Foi por revelação que Deus me fez conhecer o mistério que acabo de expor brevemente. 5 Deus não manifestou esse mistério para as gerações passadas da mesma forma com que o revelou agora, pelo Espírito, aos seus santos apóstolos e profetas: 6 em Jesus Cristo, por meio do Evangelho, os pagãos são chamados a participar da mesma herança, a formar o mesmo corpo e a participar da mesma promessa. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Efésios 3, 2 - 3a. 5 – 6
Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.
O evangelho do Dia
Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus Naquele tempo, 1 Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judéia, no tempo do rei Herodes, alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, 2 e perguntaram: «Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Nós vimos a sua estrela no Oriente, e viemos para prestar-lhe homenagem.» 3 Ao saber disso, o rei Herodes ficou alarmado, assim como toda a cidade de Jerusalém. 4 Herodes reuniu todos os chefes dos sacerdotes e os doutores da Lei, e lhes perguntou onde o Messias deveria nascer. 5 Eles responderam: «Em Belém, na Judéia, porque assim está escrito por meio do profeta: 6 ‘E você, Belém, terra de Judá, não é de modo algum a menor entre as principais cidades de Judá, porque de você sairá um Chefe, que vai apascentar Israel, meu povo.’ « 7 Então Herodes chamou secretamente os magos, e investigou junto a eles sobre o tempo exato em que a estrela havia aparecido. 8 Depois, mandou-os a Belém, dizendo: «Vão, e procurem obter informações exatas sobre o menino. E me avisem quando o encontrarem, para que também eu vá prestar-lhe homenagem.» 9 Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até que parou sobre o lugar onde estava o menino. 10 Ao verem de novo a estrela, os magos ficaram radiantes de alegria. 11 Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e lhe prestaram homenagem. Depois, abriram seus cofres, e ofereceram presentes ao menino: ouro, incenso e mirra. 12 Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, partiram para a região deles, seguindo por outro caminho. -PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Mateus 2, 1 – 12
No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado(a) por sua mensagem ao longo deste dia
"Reflexão da Palavra"
Viemos do Oriente adorar o Rei.
A época em que foi escrito o livro do profeta Isaias (terceiro Isaisas) corresponde à restauração, isto é, ao regresso a Jerusalém dos exilados da Babilônia, regresso à grande cidade de Deus. Quando esse grupo de exilados chegou a Israel encontrou suas cidades destruídas, seus campos abandonados ou ocupados por outras famílias, as muralhas derrubadas e o templo, o lugar onde Javé habitava, estava incendiado.
Essa dramática realidade fez com que o povo desanimasse completamente, centrando suas esperanças e suas motivações unicamente na reconstrução de suas casas e seus campos, deixando de lado a restauração do templo e com ele a confiança na vinda gloriosa de Javé, que traria para Israel a salvação plena na própria historia. Isaías anima a fé do seu povo, convidado-o a colocar novamente sua fé e seu coração na força salvífica de Javé, aquele que traria a paz e a justiça ao povo.
Por isso Jerusalém será a cidade radiante, cheia de luz, onde a presença de Deus como rei fará dela uma nação grande, ante cuja presença se prostrarão todos os povos da terra. O profeta manifesta, com esta grande revelação, que Deus é quem dará inicio a uma nova época para Israel, uma época na qual reinará a luz de Deus e serão destruídas todas as forças do mal, pois Deus se faz presente em Israel e ninguém mais poderá causar-lhe dano.
Essa visão profética possui uma compreensão muito reduzida da ação salvífica de Deus, já que é assumida como uma promessa que se cumprirá em benefício único e exclusivo do povo de Israel e não de toda a terra. Paulo, através da carta aos Efésios, ampliará essa compreensão, afirmando que a salvação, trazida por Deus, através de Jesus, é para “todos”, judeus e pagãos. O plano de Deus, segundo Paulo, consiste em formar único povo, uma única comunidade de crentes, um só corpo, uma só igreja, um organismo vivo capaz de comunicar vida e salvação outorgadas por Deus a toda a criação.
A carta aos Efésios expressa que o mistério recebido por Paulo consiste em que a Boa Nova de Cristo se torne efetiva também para os pagãos. Eles são co-herdeiros e membros desse mesmo Corpo; isto significa que Deus quis se revelar a toda a humanidade, age em todos, salva a todos, reconcilia a todos, sem exceção.
O Evangelho de hoje, na Festa da Epifania, confirma esse caráter universal da salvação de Deus. Mateus expressa, por meio deste relato simbólico, a origem divina de Jesus e sua tarefa salvífica como Messias, como rei de Israel, herdeiro do trono de Davi; para isso o evangelista insiste em nomear com exatidão o lugar onde nasceu Jesus e em confirmar, através do Antigo Testamento, que com sua presença na historia acontece o cumprimento das palavras dos profetas.
Por outro lado, a rejeição desse nascimento por parte das autoridades políticas (Herodes) e religiosas (sumos sacerdotes e escribas) do povo judeu, e a alegria infinita dos magos, vindos do oriente, anunciam desde já esse caráter universal da missão de Jesus, a abertura do evangelho aos pagãos e sua vinculação à comunidade cristã. A epifania do Senhor é a celebração oportuna para confessar nossa fé em um Deus que se manifesta a toda a humanidade que se faz presente em todas as culturas, que age em todos, e que convida a comunidade dos crentes a abrir suas portas às necessidades e pluralidades do mundo atual.
Em um tempo como este que estamos vivendo, marcado radicalmente pelo pluralismo religioso, e marcado também, crescentemente, pela teologia do pluralismo religioso, o sentido da palavra “missionário” e da expressão “universalidade cristã”, mudaram profundamente. Até agora, em muitos casos, ser missionário era sinônimo de proselitismo, de “converter ao cristianismo” (o catolicismo concretamente entre nós) os “gentios”.
Nesse sentido, a “universalidade cristã” era entendida como a centralidade do cristianismo: éramos a religião central, a (única) querida por Deus, e portanto, a religião destino da humanidade. Todos os povos (universalidade) estavam destinados a abandonar sua religião ancestral e a tornarem-se cristãos... Tarde ou cedo o mundo chegaria ao seu destino: a ser “um só rebanho, com um só pastor”.
Hoje tudo mudou, porém, em meio a toda essa mudança, muitos cristãos (e muitos pastores) continuam tendo uma visão tradicional. Hoje é um dia muito oportuno para apresentar estes desafios e para aprofundá-los. Não desperdicemos a oportunidade deste dia para atualizar também pessoalmente nossa visão a respeito destes temas. No site (servicioskoinonia.org/relat), em espanhol, você pode encontrar muitos materiais para estudo do tema, bem como para debate em grupos de estudo ou de catequese.
No Novo Testamento, além do João 7,42, encontramos referencias a Belém nas narrativas de Mateus 2 e Lucas 2, acerca do nascimento do Salvador na cidade de Davi. A tradição de que o Messias devia nascer em Belém tem sua base no texto de Miquéias 5,2, onde consta que de Belém de Éfrata devia sair aquele que governaria Israel e seria o pastor do povo. Hoje já sabemos que provavelmente Jesus tenha nascido em Nazaré, e que a afirmação de que nasceu em Belém é uma afirmação com intenção teológica.
O termo magos procedo do grego magoi, que significa matemático, astrônomo e astrólogo. Estas duas últimas disciplinas coincidiam na antiguidade. Através delas se poderia estudar o destino e desígnio dos astros e das pessoas. Isto é, os reis magos teriam sido astrônomos e conhecedores do céu. O teólogo e advogado cartaginês Tertuliano (160-220 d. C.) assegurou que os magos eram reis e que procederiam do Oriente. Na visita dos magos a Jesus, os Padres da Igreja vêem simbolizadas a realeza (ouro), a divindade (incenso) e a paixão (mirra) de Cristo.
Essa dramática realidade fez com que o povo desanimasse completamente, centrando suas esperanças e suas motivações unicamente na reconstrução de suas casas e seus campos, deixando de lado a restauração do templo e com ele a confiança na vinda gloriosa de Javé, que traria para Israel a salvação plena na própria historia. Isaías anima a fé do seu povo, convidado-o a colocar novamente sua fé e seu coração na força salvífica de Javé, aquele que traria a paz e a justiça ao povo.
Por isso Jerusalém será a cidade radiante, cheia de luz, onde a presença de Deus como rei fará dela uma nação grande, ante cuja presença se prostrarão todos os povos da terra. O profeta manifesta, com esta grande revelação, que Deus é quem dará inicio a uma nova época para Israel, uma época na qual reinará a luz de Deus e serão destruídas todas as forças do mal, pois Deus se faz presente em Israel e ninguém mais poderá causar-lhe dano.
Essa visão profética possui uma compreensão muito reduzida da ação salvífica de Deus, já que é assumida como uma promessa que se cumprirá em benefício único e exclusivo do povo de Israel e não de toda a terra. Paulo, através da carta aos Efésios, ampliará essa compreensão, afirmando que a salvação, trazida por Deus, através de Jesus, é para “todos”, judeus e pagãos. O plano de Deus, segundo Paulo, consiste em formar único povo, uma única comunidade de crentes, um só corpo, uma só igreja, um organismo vivo capaz de comunicar vida e salvação outorgadas por Deus a toda a criação.
A carta aos Efésios expressa que o mistério recebido por Paulo consiste em que a Boa Nova de Cristo se torne efetiva também para os pagãos. Eles são co-herdeiros e membros desse mesmo Corpo; isto significa que Deus quis se revelar a toda a humanidade, age em todos, salva a todos, reconcilia a todos, sem exceção.
O Evangelho de hoje, na Festa da Epifania, confirma esse caráter universal da salvação de Deus. Mateus expressa, por meio deste relato simbólico, a origem divina de Jesus e sua tarefa salvífica como Messias, como rei de Israel, herdeiro do trono de Davi; para isso o evangelista insiste em nomear com exatidão o lugar onde nasceu Jesus e em confirmar, através do Antigo Testamento, que com sua presença na historia acontece o cumprimento das palavras dos profetas.
Por outro lado, a rejeição desse nascimento por parte das autoridades políticas (Herodes) e religiosas (sumos sacerdotes e escribas) do povo judeu, e a alegria infinita dos magos, vindos do oriente, anunciam desde já esse caráter universal da missão de Jesus, a abertura do evangelho aos pagãos e sua vinculação à comunidade cristã. A epifania do Senhor é a celebração oportuna para confessar nossa fé em um Deus que se manifesta a toda a humanidade que se faz presente em todas as culturas, que age em todos, e que convida a comunidade dos crentes a abrir suas portas às necessidades e pluralidades do mundo atual.
Em um tempo como este que estamos vivendo, marcado radicalmente pelo pluralismo religioso, e marcado também, crescentemente, pela teologia do pluralismo religioso, o sentido da palavra “missionário” e da expressão “universalidade cristã”, mudaram profundamente. Até agora, em muitos casos, ser missionário era sinônimo de proselitismo, de “converter ao cristianismo” (o catolicismo concretamente entre nós) os “gentios”.
Nesse sentido, a “universalidade cristã” era entendida como a centralidade do cristianismo: éramos a religião central, a (única) querida por Deus, e portanto, a religião destino da humanidade. Todos os povos (universalidade) estavam destinados a abandonar sua religião ancestral e a tornarem-se cristãos... Tarde ou cedo o mundo chegaria ao seu destino: a ser “um só rebanho, com um só pastor”.
Hoje tudo mudou, porém, em meio a toda essa mudança, muitos cristãos (e muitos pastores) continuam tendo uma visão tradicional. Hoje é um dia muito oportuno para apresentar estes desafios e para aprofundá-los. Não desperdicemos a oportunidade deste dia para atualizar também pessoalmente nossa visão a respeito destes temas. No site (servicioskoinonia.org/relat), em espanhol, você pode encontrar muitos materiais para estudo do tema, bem como para debate em grupos de estudo ou de catequese.
No Novo Testamento, além do João 7,42, encontramos referencias a Belém nas narrativas de Mateus 2 e Lucas 2, acerca do nascimento do Salvador na cidade de Davi. A tradição de que o Messias devia nascer em Belém tem sua base no texto de Miquéias 5,2, onde consta que de Belém de Éfrata devia sair aquele que governaria Israel e seria o pastor do povo. Hoje já sabemos que provavelmente Jesus tenha nascido em Nazaré, e que a afirmação de que nasceu em Belém é uma afirmação com intenção teológica.
O termo magos procedo do grego magoi, que significa matemático, astrônomo e astrólogo. Estas duas últimas disciplinas coincidiam na antiguidade. Através delas se poderia estudar o destino e desígnio dos astros e das pessoas. Isto é, os reis magos teriam sido astrônomos e conhecedores do céu. O teólogo e advogado cartaginês Tertuliano (160-220 d. C.) assegurou que os magos eram reis e que procederiam do Oriente. Na visita dos magos a Jesus, os Padres da Igreja vêem simbolizadas a realeza (ouro), a divindade (incenso) e a paixão (mirra) de Cristo.
Oração Final
Pai Santo, queremos ser discípulos missionários, terra boa e dar frutos para o Teu Reino de Amor. Nós Te pedimos que o seu sálario seja aceito por todos nós a Palavra de Jesus; que nos ensines a cultivá-la com carinho e dedicação; e que nos ajudes na sua partilha com os irmãos. Pelo mesmo Jesus, Teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém...
Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do vosso amor!
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